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Desintoxicação Celular

Em um mundo em que o ambiente de trabalho e a vida pessoal andam cada vez mais exigentes e cheios de mudanças, qualidade de vida é um assunto que não pode ser deixado de lado. Uma das maneiras de colocar ordem no corpo e na mente é um acompanhamento com base na medicina ortomolecular, que visa restabelecer o equilíbrio químico do organismo por meio de reposição dos níveis ideais de vitaminas e minerais e consequente desintoxicação das células do nosso corpo. Nosso entrevistado, o médico homeopata e ortomolecular André Locatelli mostra os caminhos para conquistar esta bem vinda qualidade sob os aspectos da saúde e espiritualidade, abordando ciência, pensamento e energia.

 

2 Responses to Desintoxicação Celular

  • Olá, Dr Andre e Grego.

    Gostei muito da entrevista. Tb não gosto da medicina alopática porque vi meu irmão partir pelos mecanismos de um transtorno mental, que se transformou em doença degenerativa, provocada por medicamentos pesados. Enfim, ele morreu envenenado pelos remédios que prometiam a cura.
    Então, agora que entrei na menopausa e estou fazendo reposição hormonal, tb tenho problemas com imunidade, talassemia, também hipotireiodismo etc, por isso, me interessou sobremaneira. Neste último mês, por causa do luto, problemas financeiros e toda a sorte de problemas correlacionados, desenvolvi uma ferida na perna direita que se expandiu, bem redonda e definida, com cara de impingem, mas que, apesar de eu ter ido ao pronto atendimento do meu plano de saúde e também ido duas vezes à uma dermatologista,.não teve diagnóstico. Recebi corticóides e antibióticos para conter a expansão, sob risco de infiltrar para as partes moles, como disse a dermatologista. No entanto, como moro em cidade diferente e tive problemas com o antibiotico de 6 em 6 horas (acordar de madrugada, comer, tomar remedio e conter o refluxo), acabei tomando de 8 e 8 horas. Voltei na médica no 7º dia, mostrando que realmente estava secando, mas com dois pontos ainda que continuavam. Relatei toda a questão, esperando que dissesse que poderia substituir a dosagem para adaptar de 8 em 8, porque, eu, em sã consciencia, jamais tomaria antibiótico de estômago vazio…já presenciei o estrago, com morte e tudo o mais.

    Além de me enquadrar (com justa razão), explicando o problema de criar cepas resistentes, ela me olhou e deu um torpedaço (que, se não fosse o meu conhecimento sobre o assunto consciência, espiritualidade e comportamento humano), certamente teria me derrubado. Não foi O QUE ela disse, mas COMO. Detalhe: era a segunda vez que me via. Na primeira, trocou meia dúzia de palavras. Expliquei que morava na praia e gostava de fazer jardim, talvez pudesse ser fungo, a tal da impingem…e ela disse que não havia tempo para investigar e, pelo sim, pelo não, era melhor entrar com antibióticos. A nossa conversa havia se resumido nisso.

    – Ora, sabe, vc tem um perfil estressado. Percebe? Assim, estressado, reclamão. Vc reclama de tudo. Percebi isso no primeiro dia que veio…porque reclamar da vida se vc mora na praia, faz jardim…a vida não deveria ser tranquila?

    Confesso que, no momento que recebi isso, assim, tão simplista e resumido, sem qualquer fundamentação, porque ela sequer sabe da minha história inteira tanto de saúde física, quanto emocional e também espiritual, para não me levantar e ir embora dali, apenas fiquei em silêncio e chorei. Ainda, para não deixá-la mal, pedi desculpas por estar chorando, porque, afinal, só faziam 6 meses que eu havia perdido o meu irmão, depois de uma árdua batalha de 30 anos, que culminou em 4 anos de doença degenerativa entrando e saindo de UTIs, do meu pai também com Alzheimer terminal, minha mãe com problemas cardíacos e eu, indo e vindo de outra cidade, tentando levar a minha vida profissional e pessoal, e também dando assistência a eles.

    Se ela tivesse me dito: Vc tem um perfil estressado, já notei na primeira vez que te vi…o que está acontecendo? Vc me disse que mora na praia, faz jardim…há algo que te incomoda?

    Pronto…ela seria a profissional interessada realmente na minha saúde. Mas, como ela estava com pressa de sair de férias, a última coisa que, provavelmente queria, era uma paciente incomodando…então, melhor culpar a minha decisão de não seguir a risca a sua prescrição …claro, a minha responsabilidade não pode ser desculpa para ela agir de forma tão truculenta.

    Bem, me deu encaminhamento para biópsia que, no melhor dos casos, sairia em 30 dias, quando ela então já teria voltado de férias…só contei a história inteira, para mostrar o lado do paciente, como é difícil procurar ajuda e encontrar profissionais despreparados.

    Assim, assistindo esta entrevista, ao inves de procurar um imunologista, vou procurar um ortomolecular, já que tenho tido muitos problemas relacionados às infecções oportunistas e o gatilho, certamente, está a nível basal.

    Agradeço o programa e a competente entrevista. Pessoas como vocês dois, realmente fazem a diferença no mundo. Por favor, não nos abandonem!!! Sempre estou divulgando o trabalho do Programa e vou continuar fazendo, porque acho que precisamos caminhar por outros caminhos para transformar nossa realidade em algo realmente aprazível. Abraços e umf eliz sempre.

    Inês – Ctba

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