Mosaicos

Vigilância dos Sentidos | Programa de 26.04.2012

Tudo o que nos cerca, tudo que vemos, merece o nosso respeito, até mesmo o que não nos é empático, porquanto todos nós contribuímos de alguma forma, nessa ou em outras vidas, para a existência desse estado de coisas. Somos geradores permanentes de formas benéficas ou maléficas, e estas formas, aliando-se a outras, logram, se fortificadas, materializarem-se. Podemos e devemos esforçar-nos para sermos contribuintes positivos no grande pensamento universal, pois, para isso ele dispõe de um veículo perfeito, em condições de receber da Mãe-Terra, as energias grosseiras e transformá-las cada vez mais em formas sutis, suaves, concorrendo, assim, para a evolução de si mesmo, da humanidade, do planeta, e do universo. Temos que ter esta conscientização, essa compreensão e aceitar melhor o caminhar humano. Não ficarmos indiferentes, “mas interagir diferente”. Entretanto, conhecedores destas leis da natureza, se não formos um aliado para a conquista do equilíbrio do mundo, estaremos, como os demais seres humanos, estreitamente ligados a estas formas-pensamento, pelos laços do Carma, e a ação delas, sobre o seu criador, é direta e incessante, até que, quem as criou, as transmute em formas gráceis, delicadas. A vigilância dos sentidos deve ser permanente, pois toda ação é seguida de uma reação. E, quanto maior for nossa capacidade de entendimento para com esta lei, maior será a nossa responsabilidade, e o preço a pagar, ao transgredi-la, será inexorável. Se quebramos a harmonia do universo, a concórdia desta lei, até onde esta desarmonia possa ter alcançado, teremos de restituí-la, mesmo que para isso sejam necessárias várias encarnações. Nosso entrevistado é Jorge Antonio Oro.

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